Preliminarmente quero dizer
que fiquei muito feliz e agradecido pelo convite feito por meu amigo de
caminhada Pablo Prancheski, para participar deste mais novo quadro do Momento
Informal, ressalto ainda que é um grande prazer poder compartilhar um pouco do
que aprendemos e vivenciamos no dia a dia.
Então você deve estar se
perguntando: o que é agir dolosamente? Talvez você já tenha ouvido falar muito
no tema dolo, acredito que mais precisamente quando os jornais trazem a notícia
de que houve um homicídio doloso (e dizem que é quando de fato o autor do
mesmo, tinha a intenção de matar).
Pois bem, o dolo é muito
presente no nosso cotidiano, não esse dolo de matar o outro literalmente, mas o
dolo de nossas escolhas que causam grandes consequências. Dessa forma segundo o
entendimento do Prof. Gustavo Junqueira da rede de ensino Luiz Flávio Gomes –
LFG, dolo é a soma da consciência mais a vontade, por isso é que chegamos agora
no ponto nodal de minha explanação.
Vejamos caros leitores do Momento
Informal, quantas são às vezes no nosso dia a dia que agimos com consciência e
vontade para com a nossa tomada de decisões, quando falamos mal do nosso
próximo, sem a devida cautela e averiguação da verdade daquele fato, o que
causa estragos muito intensos na vida das pessoas. Assim, mais uma vez estamos
agindo dolosamente com os nossos pares ou semelhantes.
E essa temática do agir
dolosamente você pode visualizar em vários momentos da sua vida, como exemplo o
citado anteriormente. Aí agora pode ter surgido a seguinte pergunta: como faço
para ter mais cuidados com as minhas escolhas, com o dolo (lembre-se:
consciência mais vontade) que causo habitualmente? E aí eu posso te responder,
não sem certa ousadia, que não é tarefa simples, mas, jamais impossível de
começar a pensar e repensar em suas ações dolosas, em suas escolhas e por que
não em sua vida.
Dessa maneira, um bom começo
para essa questão em discussão, seria amar a Deus sobre todas as coisas e ao
próximo como a nós mesmos. E assim com certeza o dolo irá cada vez mais se
distanciar de nós. Pense nisso.
Roberto César G. Vieira





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